miércoles, 4 de enero de 2012

Conheça a Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro


A Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro, também conhecida como Catedral Metropolitana do Rio de Janeiro, foi inaugurada em 1979. Ergue-se no Centro da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil.

Em estilo moderno, apresenta formato cônico, com 106 metros de diâmetro e 96 de altura e capacidade para 20 000 pessoas em pé.
Teto da catedral

A beleza da edificação, de linhas retas e sóbrias, deve-se aos vitrais coloridos rasgados nas paredes até a cúpula. Seu projeto e execução foram coordenados pelo Monsenhor Ivo Antônio Calliari (1918 - 2005).

Inaugurada em 1976, a Catedral de São Sebastião do Rio de Janeiro ou Catedral Metropolitana, como é mais conhecida, localiza-se no centro da cidade. O projeto é de autoria do arquiteto modernista Edgar Oliveira da Fonseca, com coordenação de Monsenhor Ivo Antônio Calliari.
Com capacidade para abrigar 20 mil fiéi, seus 106 metros de diâmetro na base e 96 metros de altura chamam a atenção pela estrutura em forma de cone. A porta principal é composta de 48 placas de bronze com baixos-relevos que abordam temas relacionados a fé. A parte interna conta com vitrais de 60 metros de altura rasgados nas paredes até à cúpula, proporcionando à igreja uma belíssima iluminação natural.
No subsolo, o Museu de Arte Sacra dispõe de uma coleção de esculturas, murais, obras de arte, e as pias batismais utilizadas para batizar os príncipes da familia real. Também em exibição estão a estátua de N.S. do Rosário, o trono de D.Pedro II e a Rosa de Ouro concedida à Princesa Isabel pelo Papa Leão XIII celebrando sua assinatura do Ato de Abolição da Escravatura no Brasil.
A catedral fica aberta de segunda a sexta das 8:00 ás 12:00, e das 13:00 ás 18:00. Sábados e domingos das 8:00 ás 12:00.


Fonte: Wikipédia
Web Page Cathedral link

martes, 3 de enero de 2012

"O Brasil tem a taxa de retorno mais confiável do mundo"

O executivo paulista Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco, o segundo maior banco privado do País, começa 2012 com uma marca que deixaria qualquer político com inveja.

O executivo paulista Luiz Carlos Trabuco Cappi, presidente do Bradesco, o segundo maior banco privado do País, começa 2012 com uma marca que deixaria qualquer político com inveja. Em seis meses, Trabuco, 61 anos, formado em filosofia, abriu 1.003 agências para compensar a perda da rede do Banco Postal para o Banco do Brasil. Além de apostar no crescimento da economia (Trabuco prevê que o PIB cresça, no mínimo, 4,5% em 2012, em linha com as estimativas do ministro Guido Mantega, da Fazenda), ele acredita que não haverá uma ruptura na Europa neste ano. Trabuco também defende a atuação do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na venda de bancos médios com problemas. O presidente do Bradesco recebeu a DINHEIRO no QG do banco, a Cidade de Deus, em Osasco, município da Grande São Paulo.

DINHEIRO – O Bradesco inaugurou mais de mil agências em seis meses. O banco está tão otimista, assim, com a economia?
LUIZ CARLOS TRABUCO – Sim. O ano passado começou com o temor da inflação e terminou com a desaceleração da economia. Estamos começando 2012 na ponta oposta. A inflação está sob controle, temos claramente uma desinflação das commodities e dos alimentos. Então, seguramente, neste ano a inflação ficará no centro da meta. Espero um crescimento mais acelerado, sem preocupações com a inflação. As condições para reduzir os juros estão dadas. Juro mais baixo, reversão das medidas macroprudenciais e redução de impostos vão gerar um crescimento superior a 4,5%, podendo chegar a 5%.
 
DINHEIRO – Por que o sr. espera esse crescimento, compartilhado por poucas pessoas, mesmo no próprio governo?
TRABUCO – Os dissídios trabalhistas e o aumento do salário mínimo já estão garantindo um aumento real da massa salarial para o ano que vem acima de 6%, e isso vai puxar a venda de bens de consumo. Os bens de capital serão impulsionados pelos investimentos em infraestrutura, e o BNDES vai ser mais ativo. Um vetor muito importante é a reversão das medidas macroprudenciais, facilitando a concessão de empréstimos de longo prazo. Com isso, no limite da prudência, o crédito contribuirá muito para aquecer a economia. Será uma política anticíclica, com impacto sobre o consumo de bens duráveis.
 
DINHEIRO – Quanto a carteira de crédito do Bradesco vai crescer? 
TRABUCO – Imaginamos algo entre 18% e 20%.

Na mosca: a realidade mostrou o acerto da decisão do BC, presidido por Alexandre Tombini.

DINHEIRO – A inadimplência não preocupa?  
TRABUCO – Não. Para nós, o aumento da inadimplência foi residual, de apenas 0,2 ponto percentual. O aumento da massa salarial deve contribuir para reduzi-la. O endividamento das famílias não é alto e comporta um crescimento do crédito equivalente a 2% do PIB. Ou seja, em 2012, a relação entre crédito e PIB deve chegar a 50%.
 
DINHEIRO – Como o sr. avalia o primeiro ano do governo Dilma? 
TRABUCO – Seu nível de aprovação é o maior entre todos os presidentes em primeiro ano de mandato. Isso é reflexo da confiança das pessoas na economia.
 
DINHEIRO – Foi uma surpresa positiva? 
TRABUCO – Sentimos uma sintonia muito forte entre as autoridades da política econômica, o Ministério da Fazenda e o Banco Central, com os ministérios voltados ao apoio à produção. Uma prova disso foi a rapidez de decisão em 2011. O governo entendeu logo que as incertezas internacionais poderiam bater no Brasil. O governo, por sinal,  tem diversos trunfos na mão. A taxa de juros é muito alta, o que dá margem a uma política monetária pró-crescimento, e há ainda os R$ 450 bilhões em depósitos compulsórios, que podem ser liberados. Há também o bônus macroeconômico do mercado interno, da ascensão social no País. Nós abrimos mais de mil agências em seis meses por acreditarmos que mais 6 milhões de pessoas serão “bancarizadas”.
 
DINHEIRO – Houve muitas críticas à comunicação do Banco Central quando os juros caíram. O BC estava certo? 
TRABUCO – A realidade mostrou o acerto do BC. Ele tem uma visão privilegiada da economia e agiu de forma adequada ao reduzir os juros mais rapidamente  do que o mercado esperava. O mundo todo está praticando juros negativos. Há políticas extremamente frouxas para tentar trazer a retomada do crescimento, primeiro nos Estados Unidos e agora na Europa.
 
DINHEIRO – Como deve evoluir a crise na Europa e qual o impacto para o Brasil? 
TRABUCO – Não acredito em uma ruptura na Europa. O crescimento vai demorar mais para voltar, mas a ruptura a cada dia é menos provável, porque há muita liquidez. A crise não é de liquidez nem bancária, é de dívida soberana. Então, temos de resolver os problemas para que os portadores da dívida soberana não levem um calote. O euro é um ganho histórico inimaginável: se deixasse de existir seria um retrocesso. Quando há uma crise de confiança, os agentes econômicos ficam na defensiva, mas eles são muito antenados. A qualquer sinal de retomada, a liquidez vira investimento. O Brasil se tornou um objeto de desejo dos investidores internacionais por causa da taxa de retorno, que é seguramente, a mais confiável do mundo. Comparando com os outros BRICs, aqui há uma democracia consolidada, Judiciário funcionando, estabilidade de regras. Em 2011 recebemos US$ 60 bilhões de investimento direto estrangeiro, em 2012 devem vir outros US$ 50 bilhões.
Empréstimos: livres das restrições do BC, linhas devem estimular venda de bens duráveis em 2012.
 
DINHEIRO – Como estão as linhas de crédito externas? 
TRABUCO – Sem problemas, não faltam linhas de comércio exterior. No nosso caso, renovamos todas sem dificuldade. 
 
DINHEIRO – O sr. se sente confortável com o Fundo Garantidor de Crédito assumindo funções análogas às do Banco Central com dinheiro privado? 
TRABUCO – O FGC tem um papel fundamental, não apenas garantindo a solvência por meio da intermediação de compra de carteiras de crédito, como também fornecendo liquidez para os bancos com os depósitos garantidos, os DPGEs. Isso mantém um nível muito bom de competição entre as instituições financeiras. O FGC desempenha um papel importante no sistema. A melhor forma de imaginar sua importância é pensar como seria se ele não existisse. Mas, claro, nestas questões de regulação, tudo pode ser aperfeiçoado. 
 
DINHEIRO – O sr. é a favor da entrada de um conselheiro do BC no Fundo? 
TRABUCO – Prefiro não opinar. Mas acho bom que o Conselho do FGC seja ampliado e tenha participantes de todo o sistema financeiro. Ele é um fundo com funções voltadas para o bem coletivo, mas é de administração privada. É isso que dá a ele a capacidade de arbitrar e ser proativo, sempre visando a estabilidade do sistema. 
 
DINHEIRO – Mas está correto o FGC intervir e ajudar na fusão de bancos?
TRABUCO – Sim, o Fundo está no papel dele. O estatuto do FGC contempla essa possibilidade de ajudar no processo de depuração do sistema. Ele é credor dos bancos liquidados e participa do encontro de contas de algumas instituições que sofreram intervenção há décadas. É da vocação dele resolver problemas do sistema. Evidentemente, podemos discutir até onde essa ajuda pode ir.
 
DINHEIRO – O Bradesco tem algum interesse em novas aquisições? 
TRABUCO – Não. Nós chegamos a um tamanho bastante razoável. Temos escala suficiente para nos adaptar aos ciclos da economia. Na consolidação do varejo, os bancos de cobertura nacional foram adensados em dois públicos, dois privados e dois estrangeiros. Os demais são bancos de produtos, de nicho. Nós optamos por ser um banco reconhecido pela capacidade de distribuição, e por isso estamos fazendo esse esforço do aumento da rede de agências. 
 
DINHEIRO – O banco chegou a fazer proposta pela Losango? 
TRABUCO – Analisamos, mas não houve sequência. O processo de venda está interrompido por ora. 
 
DINHEIRO – Há alguma expectativa de tentar retomar a liderança em ativos do Itaú Unibanco? 
TRABUCO – Não estamos focados nisso. Queremos aumentar nosso market share em vários produtos. É um processo gradativo, de construir a presença nas pequenas e grandes cidades, e isso nos faz extremamente competitivos. Queremos preservar nossa capacidade de competição no novo Brasil, que deverá ser em dez anos a quinta ou quarta economia do mundo e incluir milhões de brasileiros no mercado de consumo. 
 
DINHEIRO – Nesse contexto de maior importância, o Brasil terá um banco 
global? Qual a estratégia de internacionalização do Bradesco? 
TRABUCO – A nossa internacionalização se fará pelo banco de investimento, pela corretora, pela gestora de recursos, mas não pelo varejo. Nossa presença na Argentina, nos Estados Unidos, no México, na Europa e, agora, em Hong Kong, onde vamos inaugurar uma nova unidade da Bradesco Securities, é uma plataforma de relacionamento corporativo. A crise econômica afetou aquela concepção dos bancos globais. Nenhum banco da Europa continental quer ser um banco de varejo no Brasil, e vice-versa. As finanças estão globalizadas, o fluxo de capitais continuará intenso. Mas as instituições financeiras, cada vez mais, estarão centradas nos seus países de origem. 
 Antonio Carlos Bueno, presidente do FGC: missão de intermediar as fusões.

DINHEIRO – O modelo dos bancos globais com varejo em muitos países se esgotou? 
TRABUCO –  Sim, aquela ideia de estar em todos os mercados deixou de existir. A realidade mudou aquele modelo de exibir a mesma propaganda em Nova York, na China, na Índia ou no Brasil. A regulação e as exigências de capital estão mais rigorosas, você não pode atuar em todos os países com a mesma intensidade. 
 
DINHEIRO – Como é a relação com o Banco do Brasil? O BB tirou  dos senhores o  Banco Postal, mas, ao mesmo tempo,  tem várias associações com o Bradesco... 
TRABUCO – Temos muito respeito pelo Banco do Brasil, eles mostraram competência comercial na disputa pelo Banco Postal. Os bancos estatais estão extremamente competitivos. Isso não nos impede de buscar alternativas de associação. Há áreas de negócio convergentes, que têm ganhos de escala e não prejudicam o poder de competição. Uma delas é o negócio de captura das transações de débito e crédito, que fazemos por meio da Cielo. Por outro lado, estava faltando uma bandeira de cartão de crédito brasileira que pudesse ajudar no processo de bancarização, por isso nos associamos ao BB e à Caixa para construir essa bandeira, a Elo. Temos ainda uma empresa de saúde, de transações médico-hospitalares,  chamada Orizon. Sem contar o compartilhamento dos equipamentos dos caixas 24 horas. Estamos com esse projeto junto com a Caixa e BB de compartilhar as máquinas fora das agências bancárias. Tudo o que for fora do ambiente dos três bancos – aeroporto, shopping, etc. – nós gostaríamos de compartilhar. É um luxo exagerado ter um parque enorme só para seus clientes, custa muito caro.. 
 
DINHEIRO – Em que estágio está o projeto do compartilhamento? 
TRABUCO – Está indo bem, por meio da Elo. Já começamos a operar conjuntamente alguns pontos. Em alguns shoppings, o cliente Bradesco já pode sacar nas máquinas do BB. 
 
DINHEIRO – O Bradesco pretende abrir o capital da seguradora? 
TRABUCO – Algum dia, isso poderá acontecer, mas não no curto e no médio prazo. Esperamos um ciclo de crescimento ainda muito forte nos próximos anos para as operações de seguros. O Brasil é a sexta economia do mundo, mas em seguros está no 17º lugar, consome em média US$ 300 per capita em prêmios por ano, enquanto a média dos países do G7 é acima de US$ 1.500. Se o Brasil chegar ao oitavo lugar, o mercado vai triplicar. Até setembro, os prêmios de seguro cresceram 20%. Esse mercado pode crescer, no mínimo, o dobro do PIB brasileiro. 
 
DINHEIRO – Quanto valeria essa empresa? 
TRABUCO – Ela responde por 30% do resultado final da organização. Mas não queremos dividir essa perspectiva de crescimento com mais ninguém, por enquanto. Por isso, não prevemos uma data para abrir o capital.  
 
DINHEIRO – Por muito tempo,  o Bradesco se debateu para criar um banco de investimentos competitivo. Esta área está resolvida? 
TRABUCO – Sim. O BBI é uma unidade de negócio especializada, mas que passou a ter vasos comunicantes junto à área corporate, que atende a grandes empresas. Por isso, o executivo responsável pelo corporate, Sérgio Clemente, é o mesmo que cuida do BBI, e isso tem dado um bom resultado.
 
Por Claudio GRADILONE e Tatiana BAUTZER

lunes, 2 de enero de 2012

O otimismo do Brasil que produz

 

Pesquisa exclusiva da consultoria Robert Half para a Revista ISTOÉ DINHEIRO mostra o que pensam os empresários brasileiros sobre 2012.

Se a crise internacional é a maior preocupação, o mercado interno é o principal vetor de confiança corporativo. “A razão para o otimismo são o crescimento da economia, a expansão do crédito, a perspectiva de queda dos juros e a continuidade de inserção da classe C no mercado consumidor”, afirma Fernando Mantovani, diretor de operações da Robert Half. Confira as principais conclusões do estudo:
- 86% dos entrevistados dizem que o desempenho de suas empresas em 2012 será melhor ou muito melhor do que em 2011.
- 93% delas vão investir mais ou o mesmo que em 2011.
- O investimento em tecnologia, segundo 72% das respostas, vai ajudá-las a crescer.
- Quase a metade dos que responderam à pesquisa espera um crescimento da economia.
- 80% querem contratar mais ou o mesmo que em 2011.


Video Andaluces por el Mundo, Salvador de Bahía

Andaluces por el Mundo, Salvador de Bahía, Douglas y Encarni.
Douglas (Sao Paulo) y Encarni(Cádiz) nos enseñan el paraíso donde viven a 55 km de Salvador de Bahia. Regentan la Pousada Aloha Brasil, en Praia do Forte, muy cerca de su hogar, Itacimirim.

sábado, 31 de diciembre de 2011

Aprenda Português com a receita de feliz Ano Novo
do poeta Carlos Drummond de Andrade


Uma receita de feliz Ano Novo, por Carlos Drummond de Andrade
” Para você ganhar belíssimo Ano Novo…
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependimento
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar que por decreto da esperança
a partir de Janeiro as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo que mereça este nome,
você, meu caro, tem que merecê-lo, tem de fazê-lo novo.
Eu sei que não é fácil mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
Um maravilhoso Ano Novo para você! “


viernes, 30 de diciembre de 2011

Impostos pagos por brasileiros até agora em 2011 comprariam as 25 maiores empresas do país

Impostos pagos por brasileiros em 2011 comprariam as 25 maiores empresas do país

O Brasil atingiu por volta das 19h35 desta quinta-feira (29) a marca recorde de R$, 1,5 trilhão de tributos federais estaduais e municipais pagos só este ano, segundo dados do Impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo).

Esse total equivale ao valor das 25 maiores empresas de capital aberto (com ações negociadas na Bolsa) no país por valor de mercado, segundo levantamento da consultoria Economática.

As 25 maiores empresas por valor de mercado

Empresa Setor Valor de mercado em 28.dez.11 (em milhões de reais)
Petrobras Petróleo e gás 289.665
Vale Mineração 200.393
Ambev Alimentos e bebidas 185.458
Itaú Unibanco Bancos 138.201
Bradesco Bancos 105.711
Banco do Brasil Bancos 67.141
Telef Brasil Telecomunicações 57.009
Santander BR Bancos 55.572
OGX Petróleo Petróleo e gás 44.496
Souza Cruz Outros 35.154
BRF Foods Alimentos e bebidas 31.444
Eletrobras Energia elétrica 26.079
Cielo Software e dados 26.048
CPFL Energia Energia elétrica 25.192
Gerdau Siderurgia e Metalúrgica 23.087
TIM Part. S/A Telecomunicações 22.750
CSN Siderurgia e Metalúrgica 21.636
CCR SA Transporte e serviços 21.487
Cemig Energia elétrica 20.618
Tractebel Energia elétrica 19.922
Redecard Software e dados 19.611
BMF Bovespa Bolsa de Valores 18.996
JBS Alimentos e bebidas 18.872
Ultrapar Química 17.234
Telemar N L Telecomunicações 17.117
TOTAL 1.509.093

Impostos


Este será o primeiro ano em que o painel alcançará esse valor, um recorde histórico que representa um aumento na arrecadação de 17,1%, em termos nominais, e de 11%, em termos reais em relação a 2010 (R$ 1,29 trilhão).

Segundo a ACSP, a marca de R$ 1,51 trilhão mostra a velocidade com que os tributos vêm crescendo a cada ano.

“Esse recorde histórico de arrecadação deveria ser acompanhado de mais investimentos públicos na infraestrutura para reduzir o Custo Brasil e, assim, ajudar no desenvolvimento econômico e social do País”, afirmou o presidente da ACSP (Associação Comercial de São Paulo) e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo, Rogério Amato.

Impostômetro


O painel do Impostômetro foi inaugurado em 20 de abril de 2005 e está instalado no prédio da sede da ACSP.

Também pela internet qualquer cidadão pode acompanhar o total de tributos pagos pelos brasileiros aos governos federal, estadual e municipal.

O sistema informa ainda o total de impostos pagos desde janeiro do ano 2000 e faz estimativas de quanto será pago até dezembro deste ano e projeções para qualquer período indicado.

Veja o que é possível comprar com essa quantidade de dinheiro link

Fuente: Info Money

Brasil en la economía global

El ISE acoge la cumbre IESE Alumni Leadership Summit
"Hoy, Brasil es respetado internacionalmente por su estabilidad macroeconómica. Pero hay que mejorar su carga fiscal, la burocracia y las cuestiones laborales", declaró en São Paulo el profesor del IESE Juan José Toribio. El IESE Alumni Leadership Summit, que se celebró en el brasileño ISE (Instituto Superior da Empresa), la escuela asociada del IESE, constituyó uno de los primeros actos internacionales de la celebración del 50º aniversario del IESE.

En su conferencia "Brasil en la economía global: una visión desde Europa", Toribio basó sus afirmaciones en datos del World Bank Group, de la Heritage Foundation y del World Economic Forum, y abordó también la globalización: "mucho se habla sobre la globalización, ¿pero hasta qué punto los países están abiertos a ella? La cultura tiene un peso muy importante en este proceso. El avance en la internacionalización se hará por medio de las ventajas competitivas", declaró el profesor del IESE.

Etanol, los retos para el desarrollo, y el papel de Brasil en la economía global fueron los temas abordados en la mesa redonda que se celebró a continuación, en la que intervinieron Rubens Antonio Barbosa (en la imagen), ex embajador de Brasil en Washington y actual presidente del Conselho Superior de Comércio Exterior de la Federação das Indústrias do Estado de São Paulo; Antonio Carlos Rodrigues do Amaral, abogado y escritor; y Weber Antonio Neves do Amaral, profesor de la Universidade de São Paulo (USP).

El IESE Alumni Leadership Summit se completó con la sesión "El futuro del IESE: 50 años de la escuela", en la que el profesor Toribio desgranó la historia y las perspectivas de futuro del IESE, enmarcando el evento en los actos del 50º aniversario de la escuela.

jueves, 29 de diciembre de 2011

Brasil te llama ! Celebra la Vida Aquí !

Fuente: Braziltour.com

Cinépolis se expande en Brasil
La baja densidad de pantallas convierte a la nación sudamericana en un terreno casi virgen

El presidente de Cinépolis en Brasil, Eduardo Acuña dijo que van muy por encima de los esperado y esto se debe a la compra de la cadena española Box Cinemas.

SAO PAULO, BRASIL (16/NOV/2011) - La mexicana Cinépolis, la cuarta cadena de cines del mundo, aceleraría en el 2011 su expansión en Brasil atraída por una pujante clase media y una baja densidad de pantallas por habitante en la mayor economía de América Latina, dijo el miércoles un ejecutivo.
Dos años después de desembarcar en Brasil, Cinépolis se ha consolidado como la cuarta cadena de cines del país. La empresa mexicana prevé invertir 500 millones de reales (284 millones de dólares) en una red de 500 salas hasta el 2015.
"Brasil es un vector de crecimiento, un canal donde vamos a crecer mucho", dijo a Reuters el presidente de Cinépolis do Brasil, Eduardo Acuña.
"Esperábamos cerrar el 2011 con 90 salas y vamos a cerrar con 120. Vamos muy por encima de lo esperado gracias en parte a la compra en septiembre de la cadena Box Cinemas (del grupo español CineBox), con la que duplicamos nuestro tamaño", añadió.
Según la empresa de estudios de mercado IBOPE Intelig
Fencia, los brasileños gastarían hasta 1.760 millones de reales (1.000 millones de dólares) en ir al cine en el 2011.
Eso, sumado a la baja densidad de pantallas, convierte a esta nación sudamericana de 190 millones de habitantes en terreno relativamente virgen para la empresa mexicana, la mayor cadena de cines fuera de Estados Unidos.
"Brasil tiene casi el doble de la población de México y menos de la mitad de las salas de cine", dijo Acuña. "Aquí hay oportunidad de hacer por lo menos 6.000 salas más".
Más de un 90 por ciento de los 1.000 millones de dólares en ventas anuales de Cinépolis están concentrados en México. Pero la empresa pretende que sus operaciones en Brasil e India -su otro gran mercado internacional- y otros países de América Latina aporten un 20 por ciento de las ventas globales en el 2015.
"En el 2012 yo espero que Brasil sea más o menos el 5 por ciento de las ventas globales. Y en el 2015 por lo menos 10 a 12 por ciento", dijo el presidente de Cinépolis do Brasil.
La experiencia de Cinépolis ilustra las oportunidades y desafíos de Brasil para las empresas extranjeras.
"En la exhibición del cine, Brasil tiene dos años con más de 20 por ciento de crecimiento, mientras el resto del mundo tiene dos años con más de 5 por ciento de pérdida", dijo Acuña.
La otra cara de la moneda, explicó, son los elevados costos de instalar un negocio en Brasil asociados a la apreciación del real la burocracia y el complejo sistema fiscal.
"Financieramente todo en Brasil es muy caro. Un cine en Brasil nos está costando más o menos un 80 por ciento más que en México (...) y el retorno no es tan rápido", dijo.
"Pero vale la pena, porque México está saturándose. México ya no tiene espacio para abrir más cines. O dejas de crecer y te mueres o buscas otros mercados. Y dentro de los mercados que hay, Brasil es la mejor oportunidad que tenemos", añadió.
FUENTE: REUTERS

miércoles, 28 de diciembre de 2011

La Marca Española de Ropa Infantil Charanga
Abre Cinco Tiendas en Brasil

El grupo español Milla Med, propietario de la marca de ropa infantil Charanga, prepara la apertura de cinco tiendas en Brasil –una en propiedad y cuatro en régimen de franquicia-.

Para el mes de diciembre están previstas las inauguraciones de dos tiendas en Río de Janeiro, una en Goiânia, otro local en São José dos Campos (Estado de São Paulo) y un establecimiento en la capital paulista.

En el transcurso de 2010, el grupo facturó 38,4 millones de euros. En la actualidad, la firma cuenta con una red comercial de 250 tiendas -un 65% de las mismas en propiedad-. La marca Charanga, creada en 1991, está presente en España, Portugal, Marruecos, Venezuela y China.